Esperar ao destino ser traçado
Enquanto eu carrego o fardo
De olhar aos lados
E ver a que estou fadado
A guerra em mim que não tem fim
A inconstante não se vai enfim
Eu só posso ficar aqui
Sentindo o vazio preencher
Cada espaço escuro do meu ser
O que aguarda a mim?
Tire daqui o espinho carmesim
O que pode ser tão errado
Que não possa ser consertado
O teto que vos cobre
Existe por um motivo nobre
A guerra em mim existe não nego
Mas o vencedor é sempre o ego
Eu só posso ficar aqui
É daqui meu ponto de partida
Vou pra nunca mais a vida
Me dizer o que eu devo fazer
Pra onde eu deveria ir?
A trilha banhada de suor seguir
Esquecer cada segundo
E cada fruto
Do meu andar
Aprender a não desistir
Lembrar de veranizar
O inverno a nos cobrir
Não pode me parar.
sábado, 13 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
O infinito, o vento
É o ar que já ficou preso
Estagnado em nossos peitos
Formam o fim dos tempos
E a cada tentativa distante
Frustrada se corrói sempre
Como o ferro da armadura da alma
Enferrujando sem perder a calma
Deixando sob exposição a falha
Que somos diante o que importa
O todo sendo o próprio e único ser
Perdeu o propósito de viver
E tudo o que se tornaria distinto
Se perdeu no infinito
Ao olhar a escuridão distante do céu
E não olhar as luzes
Faz de si mesmo culpado o réu
O cenho franzido não ajuda
Se a vida que está pesada
Mais que o peso de uma pena
Torna-se impossível voar
Impossível pelo vento se levar
E o vento é como o tempo
Onde cada poeira é um momento
Não pesar antes de se sujar
Assim o vento irá limpar
E tudo há de continuar
Para fatal e finalmente
Um dia cair e o movimento cessar.
Estagnado em nossos peitos
Formam o fim dos tempos
E a cada tentativa distante
Frustrada se corrói sempre
Como o ferro da armadura da alma
Enferrujando sem perder a calma
Deixando sob exposição a falha
Que somos diante o que importa
O todo sendo o próprio e único ser
Perdeu o propósito de viver
E tudo o que se tornaria distinto
Se perdeu no infinito
Ao olhar a escuridão distante do céu
E não olhar as luzes
Faz de si mesmo culpado o réu
O cenho franzido não ajuda
Se a vida que está pesada
Mais que o peso de uma pena
Torna-se impossível voar
Impossível pelo vento se levar
E o vento é como o tempo
Onde cada poeira é um momento
Não pesar antes de se sujar
Assim o vento irá limpar
E tudo há de continuar
Para fatal e finalmente
Um dia cair e o movimento cessar.
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