O que eu poderia fazer
Pra tocar tão fundo na tua alma
Até você nunca se esquecer
Que juntos éramos calma...
União que não ia se perder.
Nos perdemos tanto em tentar
Que quando fomos viver
Tu não era alguém a se esperar
E eu não fui alguém a te ter.
Lado a lado não existia desordem
E a culpa minha estava na post mortem
A angústia que nunca teve fim
No final acabou em mim.
Cada pulsação que balançava tudo
Foram embora sem nem dizer adeus
Com nossas vedades num sussurro mudo
E seus sentimentos que sempre foram meus
Desapareceram comigo no mundo.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Caderninho
Um caderninho com rabiscos
Tão cheio de você e eu
Escritas que queria correr riscos
No meu futuro ou seu
Eu não ligaria agora
Mas o agora é só o que eu tenho
Algo grande pode estar lá fora
Como nesse caderninho esse desenho
De nós dois separados
Mas de todo jeito juntos
Nesses pedaços amassados
De desejos e frases sem pontos
Eu sei que preciso abandonar
Mas nas páginas desse caderninho
Nunca tive a vez de tentar
Então as páginas se viram com carinho
Hoje escrevo você com mais rapidez
Porque antes eu fui com muito alegria
Deixei me levar sem nem talvez
Saber o que você queria
Tão cheio de você e eu
Escritas que queria correr riscos
No meu futuro ou seu
Eu não ligaria agora
Mas o agora é só o que eu tenho
Algo grande pode estar lá fora
Como nesse caderninho esse desenho
De nós dois separados
Mas de todo jeito juntos
Nesses pedaços amassados
De desejos e frases sem pontos
Eu sei que preciso abandonar
Mas nas páginas desse caderninho
Nunca tive a vez de tentar
Então as páginas se viram com carinho
Hoje escrevo você com mais rapidez
Porque antes eu fui com muito alegria
Deixei me levar sem nem talvez
Saber o que você queria
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