sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Post Mortem

O que eu poderia fazer
Pra tocar tão fundo na tua alma
Até você nunca se esquecer
Que juntos éramos calma...
União que não ia se perder.

Nos perdemos tanto em tentar
Que quando fomos viver
Tu não era alguém a se esperar
E eu não fui alguém a te ter.

Lado a lado não existia desordem
E a culpa minha estava na post mortem
A angústia que nunca teve fim
No final acabou em mim.

Cada pulsação que balançava tudo
Foram embora sem nem dizer adeus
Com nossas vedades num sussurro mudo
E seus sentimentos que sempre foram meus
Desapareceram comigo no mundo.

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