Eu não preciso estar aqui
E você pode realmente ir
Porque é o que tu sempre quis
O futuro não é sempre um bis
Nunca fui de retalhar
Mas quando a balança desigualar
Mudanças são sempre requeridas
Nem que pra isso abram-se feridas
E as ondas que levam tudo
Levaram o meu medo do escuro
E o terror de perder
Eu sei que posso vencer
O mesmo discurso parece
A toda conversa um alguém padece
E esse alguém não pode existir
Pois aqui esse mal não deveria residir
A força deveria estar
Nos corações daqueles a se importar
Mas as sombras que os cegam
São as que se notar libertam.
domingo, 31 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
O inverno, o peito
Onde antes havia luz
Hoje ali nada se produz
A terra deixou de criar
As sementes jogadas a semear
O inverno chega a quem teme
E ninguém percebe quando a mão treme
Que as sombras que estão lá fora
São o reflexo do que não foi embora
O cansaço em sua visão
É por demais soar o coração
Se o sopro da alma vier
Pararão assim que puder
E mesmo que a primavera venha
Que a todos forneça a lenha
Apenas um bom gesto irá fazer
O frio em seu peito desaparecer
Hoje ali nada se produz
A terra deixou de criar
As sementes jogadas a semear
O inverno chega a quem teme
E ninguém percebe quando a mão treme
Que as sombras que estão lá fora
São o reflexo do que não foi embora
O cansaço em sua visão
É por demais soar o coração
Se o sopro da alma vier
Pararão assim que puder
E mesmo que a primavera venha
Que a todos forneça a lenha
Apenas um bom gesto irá fazer
O frio em seu peito desaparecer
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