Refém da história
Posto que ainda vivo
Cheio de dores e tantos horrores
Alguma coisa sinto que devo
E não só a meus amores
Sorte a luz da noite
Que pode a luz nos dar e nos iluminar
Partilhando conosco num instante
Formas de nos diferenciar
Lembrando de nós juntos
Sentados sob aquela luz que nos seduz
Olhando para o céu, respiramos
E a só isso a história reduz
Parte de mim ainda chora
Mas eu sei que vou além do que me detém
Ainda que haja pro final demora
Eu sei que da história não sou refém.
Nenhum comentário:
Postar um comentário