Coloca-me em uma encruzilhada
Não saberei que caminho tomar
Me enganei ao dizer nunca mais
Pois agora já é tarde
Às vezes "adeus" não trás soluções
Somos a história que vivemos,
E não o que contamos.
Como um diário de anotações frias
A alma foi jurada e corrompida
Este selo de ferro em brasa
Ainda queima meu espírito.
Mas não hesitarei em retirar
Pedra a pedra do meu caminho
Ele sabe o quão único cada um é,
Seguirei os instintos de uma fera
Assim como meus irmãos.
Irei ignorar todos os seres peçonhentos,
E se alguém cuspir em mim
Com certeza se arrependerá mais tarde
Em meu mundo negro
Devo seguir meus instintos, meus ideais.
Quando abrir os olhos para o mundo de luz
É quando encontrar o que jurei não procurar
Mas sim ao que meus instintos me guiaram.
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