A calmaria após a tempestade
É apenas um presságio
Do tempo que está por vir
A próxima calamidade
Tudo foi de encontro ao erro
E dele talvez consiga
Achar o fim que já tão certo
Tudo aponta o que não espero
O ar que volta dos pulmões
Ficar ali com os verbos
Na garganta arranhando
Pesa a todos os corações
E até o último fio de cabelo
Cada bala que sair do cano
O carinho do toque dos dedos
Virão juntos de algum pesadelo
Mas é preciso mais dessa força
Porque o céu irá fechar
Após um tempo se abrir
E basta esperar que acaba tudo numa poça...
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